Hello world! :)
Chamo-me Alexandra e tenho 24 aninhos. Estudo Ciências dos Computadores na FCUP mas o meu verdadeiro sonho é seguir Design Gráfico para o que sou formada através da escola FLAG com média de 17. Além disso sou uma aventureira e estou sempre metida em novos projetos, exemplo disso é este blogue que apesar de me fazer sentir feliz e realizada é atualizado sempre a pensar em vocês e no que gostam.
Este projeto nasceu a 24 de novembro de 2011 através do meu canal do Youtube já que estava a aprender a cuidar de mim fosse em roupas, saúde ou maquilhagem. A verdade é que na altura senti necessidade de criar o canal porque tinha muitas dificuldades nas coisas mais básicas e queria transmitir os meus problemas e como os resolvi a quem estivesse na mesma situação que eu. Tímida como era acabei por abandonar um pouco os vídeos e criar este blogue que estão a ler.
Para me conhecerem um pouco mais, além de me lerem e tentarem conviver comigo nos meus contactos (ver aba respetiva) podem ler estes posts e estas TAG's e darem-me a vossa opinião.
Sorrisos,
Alexandra :)

A 23/05/2012

EM quarta-feira, maio 23, 2012
Alexandra Cardoso Escreve

Olá meninos e meninas! ^^
Após algum trabalho consegui resolver o problema na faculdade (se bem que tenho mais um exame na lista) e pelo caminho curei a gripe. Mas isso não quer dizer que esteja bem, estive todo o dia doente. No entanto já não aguentava não pôr as mãozinhas no blogue e estar sem vos escrever. Hoje era para fazer um outro post mas devido às dores de barriga vou encarregar-me de vos relatar o próximo capítulo da Alice in Real World.
A propósito, o capítulo que se segue faz-me lembrar um vestido que encontrei no blog Mararons&Stilettos.
Espero que gostem!
Sorrisos,
Alexandra

O coelho dá um encargo a Bill

Alice estava completamente radiante ao ver aquelas rosas vermelhas, brancas, rosadas, de todas as cores. O baloiço de pneu pendurado por uma corda no galho de um forte castanheiro derretera-a completamente. Alice estava encantada com aquele jardim enorme. Alice andara tanto que já nem se avistava a casa de madeira em que tinha estado. 
"-Bill, traz-me as minhas luvas e o leque. Estão em cima de uma das prateleiras."
Alice ficara perplexa ao ver que aquela voz vinha do coelho que tinha perseguido nessa manhã. Olhou para ele meia confusa e decidiu aproximar-se; foi então que se deu conta de que no lombo do coelho estava um gravador de onde viera a voz, estava envolto numa espécie de trela para cães misturado com uma cela de cavalos. Alice tirou-o da mesma e ouviu novamente a mensagem lembrando-se de que aquela voz talvez se referisse aos objetos vistos na casa em que estivera.
Fez o que a voz lhe pedia. Ai, aquela correria para ir buscar as peças tinha-a deixado cansada e com sede. Viu a garrafa de onde tinha bebido mais cedo e esquecendo-se do seu efeito bebeu tudo o que restava. Resultado? Cresceu novamente, mas desta vez não parou no teto. Alice crescera tanto que os seus braço saiam pelas janelas e as pernas pelas portas, fazendo com que parecesse que a casa era a sua vestimenta. O coelho, que viera atrás dela, tentara entrar na casa para a ajudar (notava-se que apesar de serem animais normais e não falarem, estes eram bastante inteligentes) mas fora barrado pelo corpo enorme de Alice que cobria a totalidade das portas. Um lagarto da Indonésia, que era portador de uma coleira identificando-o de Bill, aproximou-se do coelho e começou a observar a cena. Decidiu intervir, talvez conseguisse entrar pela chaminé, e trepou pela casa chegando ao telhado mas também a chaminé estava interdita, tirando o espaço de uma mão. Foi então que o coelho se lembrou das suas bolachas que faziam diminuir o tamanho de qualquer um, Alice não seria diferente. Assim sendo atirou uma das bolachas, que estavam junto do gravador, a Bill que se prontificou a deixar cair por aquele pequeno espaço que restava. Alice entendeu a mensagem e, embora a custo por ambas as mãos estarem fora da casa, conseguiu engolir a dita bolacha.
Finalmente estava do seu tamanho normal pelo que se prontificou a pegar no leque e nas luvas para as entregar. Abriu a porta de madeira pela qual tinha entrado mas ao ver tantos animais a olhar para ela, deixou cair os objetos e correu desesperada, com vergonha. Entrou na parte onde as árvores começavam a cerrar e finalmente pode descansar. Aquela correria tinha-a posto novamente cansada. Ao sentar-se, encostada a uma azinheira, viu um par de olhos vermelhos que a assustou imenso, pensava tratar-se de um lobo (quando afinal era apenas um grande cão) pelo que mesmo cansada fugiu novamente até encontrar uma estrada que a tirava daquele jardim, uma estrada onde se podiam ver variados cogumelos nas bermas.

1 opiniões super acertadas:

A tua opinião é sempre bem-vinda. ^^
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  1. Aiii tanto foge esta Alice!
    Fico feliz que esteja tudo a compor-se!
    Quero ver-te aqui de volta e bem!!
    beijinho*

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