Hello world! :)
Chamo-me Alexandra e tenho 24 aninhos. Estudo Ciências dos Computadores na FCUP mas o meu verdadeiro sonho é seguir Design Gráfico para o que sou formada através da escola FLAG com média de 17. Além disso sou uma aventureira e estou sempre metida em novos projetos, exemplo disso é este blogue que apesar de me fazer sentir feliz e realizada é atualizado sempre a pensar em vocês e no que gostam.
Este projeto nasceu a 24 de novembro de 2011 através do meu canal do Youtube já que estava a aprender a cuidar de mim fosse em roupas, saúde ou maquilhagem. A verdade é que na altura senti necessidade de criar o canal porque tinha muitas dificuldades nas coisas mais básicas e queria transmitir os meus problemas e como os resolvi a quem estivesse na mesma situação que eu. Tímida como era acabei por abandonar um pouco os vídeos e criar este blogue que estão a ler.
Para me conhecerem um pouco mais, além de me lerem e tentarem conviver comigo nos meus contactos (ver aba respetiva) podem ler estes posts e estas TAG's e darem-me a vossa opinião.
Sorrisos,
Alexandra :)

A 22/06/2012

EM sexta-feira, junho 22, 2012
Alexandra Cardoso Escreve

Olá meninos e meninas! :)
Como disse ontem, hoje vamos continuar com a parte do bronzeamento e explicar tudo o que souber (e me lembrar) sobre o assunto. Não há muito mais a dizer por ser a continuação do post de ontem mas espero que gostem e vos seja útil.
Sorrisos,
Alexandra

Como decerto todas sabemos, se o sol é benéfico sob muitos pontos de vista, também já vimos que podem ser bastante perigosos para a pele. Assim sendo os dermatologistas não para de nos advertir dos seus perigos... Mas qual das balanças pesa mais? Vamos começar por ver os benefícios do sol.
Responsável pelo envelhecimento cutâneo e estando sobretudo na origem de cancros da pele, há que saber beneficiar dele em pequenas quantidades.
O sol é, de facto, bom para a nossa forma e mora pois a pele sintetiza a vitamina D, inpensável para que o cálcio se fixe nos ossos. E, sob a ação dps raios solares, a glândula pineal, situada na parte de trás do cérebro, segrega serotonina, uma hormona tónica e euforizante.
Simultaneamente, a produção de hormonas do sono tem tendência a diminuir. Sentimo-nos em forma, tanto mais que, sob os raios UV, a pele segrega neurotópidos, batizados pelos pesquisadores como "moléculas do bem-estar".

Aproveitando que falamos dos raios UV, digo que existem 3 tipos de raios solares, que muitas vezes são inimigos da nossa pele. Vamos falar um pouco da diferença entre os 3 e quais os seus malefícios.
Compostos de UVA ou raios longos, os raios aquecem de manhã à noite com a mesma intensidade. São os que nos dão o bronzeamento rápido mas fugaz. Não sendo quase nenhum raio filtrado penetram facilmente na pele. Responsáveis pelo envelhecimento, atacam os tecidos. Dez anos mais tarde pareceremos uma castanha pilada. (Só de pensar.... brrrr!) Além disso, ao diminuírem as nossas defesas imunitárias, os raios de sol favorecem o aparecimento de cancro da pele.
Os UVB são os raios médios, responsáveis pelos nossos escaldões. 70% são bloqueados pelos cremes mas os que passam têm grande tendência para queimar. Fortemente cancerígenos, dão-nos aquele bronzeado tardio que perdura.
Vêm finalmente os UVC ou raios curtos que detidos pela camada do ozono, não passam, exceto se continuarmos a maltratar a nossa pele.

Fala-se muito acerca do sol. Entre os discursos alarmistas e aqueles que, pelo contrário, minimizam os riscos, não se sabe verdadeiramente no que acreditar. Eis algumas ideias e preconceitos que circulam por aí.
O sol é menos forte na montanha. - Falso
Na montanha a reverbação é muito forte: perto dos 80# dos raios refletem-se (contra 5% no mar). Quanto maior a altitude mais fresco é o ar e mais intensidade têm os UV (10% por cada Km).
A intensidade do sol é mais forte no Mediterrâneo do que à beira do Atlântico ou do Canal da Mancha. - Verdadeiro
Quanto mais nos aproximamos do equador, mais o sol é ameaçador e escaldante.
Debaixo de um chapéu de sol, não há problema. - Falso
Ele deixa filtrar perto de 50% dos UV. A areia, por seu turno, reflete 15 a 30% dos UV. E mesmo com o céu encoberto passam 80% dos UV.
De carro também nos bronzeamos. - Falso
Mas como os vidros e o pára-brisas não detêm infravermelhos nem ultravioletas arriscamo-nos a um ataque de calor.
Podemos queimar-nos na água. - Verdadeiro
A 50cm debaixo da onda, encontram-se ainda 40% de UV. Bronzeias-te ao nadar ou estando simplesmente molhada porque a água tem um efeito de lupa sobre a pele.


Muito se falou sobre o que podiamos fazer para nos proteger-mos dos UV e até mesmo o que eles eram. Falou-se da diferença entre a exposição ao sol entre brancas e negras e até mesmo de auto bronzeadores, mas não se falou do principal e é assim que encerro este tema: Como nos bronzeamos afinal?
Quando nos deitamos na areia, os raios, ao penetrar na pele, excitam os nossos melanócitos, que fabricam a melanina (primento que nos escurece e vem do grego melas que significa preto). Os melanócitos migram depois em colónias até à pele e provocam o bronzeamento. O bronzeamento é assim uma reação de autodefesa da pele, que escurece a fim de se proteger dos raios de sol. Mas qual o problema?
É que as células encarregadas de produzir os pigementos, os melanócitos, não se renovam. Cada um de nós nasce com um número definido de melanócitos (capital solar) que corresponde à nossa capacidade individual de bronzear.

3 opiniões super acertadas:

A tua opinião é sempre bem-vinda. ^^
Todos os comentários serão respondidos no próprio post.

  1. ola gostei mesmo deste post. parabéns!
    eu também tenho um blog

    http://fashionmiriam.blogspot.pt/

    come! follow me...

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  2. meu deus que post!
    mais informada não podia ficar o.o
    gostei bastante, beijinhoo*

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  3. eu sou desprovida de cor eu torro em qualquer lado ainda hoje 15 minutos a por a roupa a secar fiquei com pescoço vermelho :O

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