Hello world! :)
Chamo-me Alexandra e tenho 24 aninhos. Estudo Ciências dos Computadores na FCUP mas o meu verdadeiro sonho é seguir Design Gráfico para o que sou formada através da escola FLAG com média de 17. Além disso sou uma aventureira e estou sempre metida em novos projetos, exemplo disso é este blogue que apesar de me fazer sentir feliz e realizada é atualizado sempre a pensar em vocês e no que gostam.
Este projeto nasceu a 24 de novembro de 2011 através do meu canal do Youtube já que estava a aprender a cuidar de mim fosse em roupas, saúde ou maquilhagem. A verdade é que na altura senti necessidade de criar o canal porque tinha muitas dificuldades nas coisas mais básicas e queria transmitir os meus problemas e como os resolvi a quem estivesse na mesma situação que eu. Tímida como era acabei por abandonar um pouco os vídeos e criar este blogue que estão a ler.
Para me conhecerem um pouco mais, além de me lerem e tentarem conviver comigo nos meus contactos (ver aba respetiva) podem ler estes posts e estas TAG's e darem-me a vossa opinião.
Sorrisos,
Alexandra :)

A 16/03/2013

EM sábado, março 16, 2013
Alexandra Cardoso Escreve


Hello world! :)
Peço desculpa por não ter postado ontem mas foi daqueles dias em que nada de nada me apaetece fazer. Já sabem que sou uma flor de estufa pelo que estive novamente metida na cama sem nada para fazer. Vá, tinha que estudar mas não me apetecia, as dores de cabeça não me deram a vontade. Ainda tentei vir vir aqui ditar-vos alguma coisa e apesar de ter começado a escrever um novo capítulo da minha Alice no País das Maravilhas só o vou conseguir acabar agora. Para quem não se quiser perder na história deixo os capítulos já escritos na lista abaixo.


O que acham? O que mudariam? Parariam com a istória ou estão a adorar e querem mais? Já sabem que vocês é que decidem! ^^
Sorrisos,
Alexandra :) 


Um chá maluco

Das 7 cores do arco-íris a casa da qual Alice aproximava fazia-a recordar aquelas que pintava quando a professora mandava. 3 chaminês diferentes e uma delas em vez de ser no telhado saia da parede lateral. Muitas janelas, algumas direitas, outras tortas; algumas redondas, outras quadradas mas muitas com formas estranhas de estrelas e corações. No mínimo podia-se dizer que aquela casa era... diferente. Mas aquilo que chamou à atenção de Alice não foi a casa mas a mesa enorme que se entendia em frente da mesma na sombra de uma grande árvore. À mesa podia ver algumas pessoas a rirem-se e falarem bastante alto. Alice ficou curiosa e aproximou-se. Com o seu aproximar dava para ver que à mesa estavam sentadas 3 pessoas entre as quais estava um senhor de cabelo cor de cenoura e um chapéu enorme feito de remendos tal como as suas vestes, uma estranha mulher barriguda vestida de lebre da Páscoa com direito a bigodes enormes e a um cesto cheio de ovos coloridos e um jovem de cabelos loiros que dormia em cima de várias chávenas de chá e tinha o desenho de um leirão nas costas do casaco de ganga que vestia. A mesa era enorme, como já foi referido, mas todos estavam amontoados a um canto e Alice tentou-se sentar para os poder conhecer melhor.
- Não há lugar, não há lugar! - apressaram-se a dizer aqueles que estavam acordados. Alice estranhou, tinha cerca de 20 cadeiras e cadeirões vazios. - Não há lugar, não há lugar! - tornaram a repetir.
Desta vez Alice nem quis ouvir e sentou-se num cadeirão rosa claro com rebordos dourados. Aterrou literalmente no assento suave e fundo. A senhora olhou para ela com um sorriso.
- Tome um pouco de vinho.
- Vinho? - Alice ergueu a sombrancelha em jeito de interrogação. - Mas apenas vejo chá.
A lebre pegou no jarro de vidro e virou-o do avesso mas nem uma gota caiu, o vinho já se tinha esgotado todo. - Pois, parece que acabou...
- Então não deveria oferecer. Não é de boa educação. - replicou Alice.
- Também não é de boa educação sentar-se sem ser convidada. - A lebre já não sorria.
Felizmente o senhor de chapéu interrompeu aquilo que parecia o começo de uma discussão. - O seu cabelo precisa de ser cortado.
- Deveria aprender a não fazer esse tipo de comentário pessoal, é de mau tom. - Alice estava mesmo irritada por estar num mundo que não conhecia nem sabia de onde sair.
O chapeleiro olhou-lhe muito sério, parecia que ia cair em cima de Alice mas tudo o que ele disse foi:
- Porque um corvo se parece com uma escrivaninha?
- Agora sim, tudo começa a se tornar divertido. Obrigado por essa charada! - Alice colocou a sua mão direita sobre o queixo em forma pensativa e toda a mesa ficou em silêncio durante uns minutos. Alice mexia-se e remexia-se como a ajudasse a pensar na resposta mas o primeiro a quebrar o silêncio foi o chapeleiro.
- Que dia é hoje? - Disse enquanto chocavalhava um relógio de bolso prateado.
- Março! Março! - A lebre estava aos pinchos enquanto agarrava num relógio que tinha ao peito.
- Março não é um dia... é dia 4.
- Que chatice! Estamos 2 dias atrasados. - Foram as palavras do chapeleiro enquanto puxava o relógio da lebre para si de forma a confirmar o que estava a ser dito. Este movimento deixou Alice espreitar sobre o ombro do chapeleiro vendo o relógio dourado que segurava.
- Que engraçado! O relógio diz o dia e não as horas...
- Porque diria? O seu diz o ano em que estamos, por acaso? - A lebre sentira aquilo como um insulto ao seu relógio.
- Claro que não mas isso é porque o ano continua o mesmo por muito e muito tempo.
- No entanto esse é o caso do meu... - advertira o chapeleiro ainda com ambos os relógios, um em cada mão. - O Leirão ainda está dormindo. - O Chapeleiro pegou num dos bules que estavam sobre a mesa e começou a derramar sobre o rosto do jovem.
- Exatamente, era exatamente isso que eu ia dizer! - Ainda nem abrira os olhos mas já tentava passar uma mensagem de acordado mesmo sem ter ouvido a conversa.
- Bem, já adivinhou a charada?
- Não, não consigo saber o que uma escravaninha tem em comum com um corvo. - Respondeu Alice ao Chapeleiro.
- Pois, eu também não sei. - Foi a sua resposta.
- Nem eu! - Afirmou a Lebre.
Eles pareciam bem loucos e a Alice sentiu necessidade de perguntar porque ele gastava tempo com charadas sem solução, era imbecil. Parecia que Alice não estava mesmo com paciência.
- Se você conhecesse o Tempo não diria isso. Não falaria em gastá-lo como se fosse uma coisa. Ele é uma pessoa. - O Chapeleiro tentava ensinar Alice.
- Não entendo. - Era notável a confusão no rosto de Alice.
- Claro que não. É capaz de nunca ter falado com ele. - Abanava a cabeça quase a ponto do chapéu cair.
- Talvez não... - Alice tentou responder cuidadosamente. - mas sei que tenho que o marcar para acompanhar o compasso musical.
- Isso exlica tudo. O Tempo não irá marcar compasso para você mas se estiver numa boa com ele pode fazer tudo o que quiser com o seu relógio. - Alice parecia duvidar. - Imagine que são 10h e você precisa de fazer os trabalhos mas não lhe apetece, basta falar com o Tempo e parecerá que as horas irão passar até à hora do almoço.
- E se eu não tiver fome? - Pois, a pergunta de Alice era inteligente.
- Pode não ter mas como pode ficar na mesma hora o quanto quiser a fome irá aparecer.
- É assim que você faz? - Alice era uma menina bastante curiosa.
- Seria se eu não tivesse discutido com o Tempo quando a Rainha me convidou para cantar no seu concerto. - O Chapeleiro parecia lembrar a música de cor.


Pisca, pisca, pequeno morcego!
Como eu queria saber onde você está!
Muito acima do mundo você voa,
Parece uma bandeja de chá no céu,
Pisca, pisca...

Foi aí que o Leirão acordou e começou a cantar "Pisca, pisca, pisca..." tanto tempo que a Lebre teve que o beliscar para que se calasse.
- Mal eu tinha acabado de  cantar o primeiro verso quando a Rainha berrou "Ele está a matar o Tempo! Cortem-lhe a cabeça!". A partir daí o Tempo nunca mais falou comigo e parecem-me sempre 6h da tarde, a hora do chá. É por isso que há aqui tanta loiça suja, não há tempo de a lavar entre as 6h e as 6h e assim vamos rodando de lugar.
- Mas e quando voltarem ao mesmo ponto de partida? - Alice perguntou.
- Calem-se com a conversa, estou farta dela. - A Lebre parecia aborrecida. - Eu voto para que a senhorita nos conte uma história.
- Mas não sei nenhuma. - Disse Alice com uma certa tristeza.
- Então que conte o Leirão. - Ordenou a Lebre enquanto o tentava acordar. - Conte uma história.
- Seja rápido, ou adormecerá antes do fim da história. - Pediu o Chapeleiro apoiando o rosto na sua mão.
- Era uma vez... - Começou o Leirão. - três irmãzinhas, de seus nomes Elsie, Lacie e Tillie, que viviam no fundo de um ponto de melaço do qual se alimentavam.
- Mas apenas com melaço ficariam doentes... E não existem poços de melaço.
- Cale-se e beba um pouco mais de chá. - Disse a Lebre que não queria ser interrompida de ouvir a história.
- Mas se ainda não bebi chá não posso tomar mais.
- Não pode tomar menos, quer você dizer, mais pode sempre tomar.  - Disse o Chapeleiro tentando corrigi-la.
- Ninguém pediu sua opinião! - Replicou Alice novamente.
- Quem agora está fazendo observações pessoais? - O Chapeleiro sorriu para Alice como dizendo que agora estava vingado.
- Calem-se! - Berrou a Lebre. - Continue. - Ordenou ao Leirão.
- Se não se conseguem comportar é bom que sejam vocês a acabar a história. - Ouviu-se um suspiro do Leirão antes de continuar a história. - Bem, as três irmãzinhas estavam a aprender a extrair melaço.
- Quero uma chávena limpa. - Disse o Chapeleiro. - Vamos trocar de lugares. - Levantou-se e avançou um lugar com todos o seguindo. Alice ficou chateada, além de já não ter uma chávena limpa tinha ficado no lugar da Lebre que tinha acabado de derramar leite sobre a toalha o qual pingava sobre o vestido azul de Alice. O Leirão retomou a história.
- As irmãs não extraiam apenas melaço mas tudo o que começasse por M como memórias, meteoritos, macacos, muitão... sabem quando dizem que as coisas já são um muitão? Pronto, é isso. 
- Agora que você fala eu acho que não... -
- Eu acho que você não deveria falar nada! - Alice fora interrompida pelo Chapeleiro. Aquilo fora a gota de água, não ia aguentar mais má educação. Alice levantou-se e saiu dali o mais depressa que pode. Para trás ficara o rapaz que tinha adormecido de novo e o Chapeleiro e a Lebre calados. Alice ainda olhou para trás a ver se a chamavam de volta mas nenhum deles o fez e da última vez que Alice olhou estavam entretidos a tentar colocar o rapaz dentro de uma pipa que ali se encontrava.
- Eu não volto para lá de jeito nenhum. - Alice pensava em voz alta quando viu a casa de madeira do início. Apressou-se a entrar por ela adentro e afinal não se enganara, a mesa de vidro ainda lá estava assim como a comida e bebida do crescer/minguar. Agora já sabia o que fazer e quando estava da altura ideal abriu a porta do outro lado da casa.

12 opiniões super acertadas:

A tua opinião é sempre bem-vinda. ^^
Todos os comentários serão respondidos no próprio post.

  1. Eu já assisti e adorei, os efeitos são demais tou ansiosa agora pra assistir "Oz magico poderoso" parece ser ótimo também!
    beijos linda!
    http://www.garotasligadascom.blogspot.com.br

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    1. Às vezes pergunto-me se vocês lêm os textos. Não tem nada a er com o filme. =X
      Sorrisos,
      Alexandra :)

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  2. Wooow amei mesmo *-*


    Beijinho*
    www.scream-of-beauty.blogspot.com

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    1. Obrigada princesa! ^^
      Sorrisos,
      Alexandra :)

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  3. Gostei do texto querida, bem diferente! Criativo!
    E ainda manteve o estilo da fala dos personagens! Gostei!

    beijos!

    http://pamlepletier.blogspot.com.br/

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    1. Obrigada. É, eu tento não sair muito da história mas dar sempre meu ponto diferente. :)
      Sorrisos,
      Alexandra :)

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  4. Coitada da Alice xD
    Adorooooooooooo a imagem <3 A melhor de sempre, really <3
    Can't wait para ler o próximo capitulo :3
    beijinho grandee*

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    1. Coitada? Só se for por se chatear com toda a gente. xD É, a imagem é linda.
      Sorrisos,
      Alexandra :)

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  5. Respostas
    1. Espera um bocadinho que logo logo sai mais um capítulo. :P
      Sorrisos,
      Alexandra :)

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  6. eu já ouvi falar um pouco por alto, mas agora que li, achei legal você contando...

    @esteffanifontes, do blog Aos Dezesseis Anos
    aosdezesseisanos.blogspot.com.br

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    Respostas
    1. Obrigada querida! ^^
      Sorrisos,
      Alexandra :)

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